JB – Se você tivesse armado a população ucraniana não teriam sido invadidos pelos russos…
VZ – Mas eu armei, aliás, a população sempre esteve muito armada…
JB – Mas você não criou milícias virtuais e presenciais, não deu armas a colecionadores, grupos extremistas e neonazistas como temos feito aqui, taokey?
VZ – Como não? Já ouviu falar no Batalhão de Azov?
JB – Não… É de comer?
VZ – Não! Na verdade é de dar de comer. São eles que “comem” judeus, comunistas, esquerdistas, liberais, democratas…
JB – oh! Isso aí é bom hein? Aqui chamamos esse pessoal de CIDADÃO DE BEM! Mas ainda acho que faltou vocês se armarem melhor, acabar com os gayzistas, e calar esse pessoal da balbúrdia das Universidades…
VZ – Mais armas? A Otan tem nos armado… Talvez se nos dessem armas nucleares, não? Vocês aí no Brasil teriam alguma para emprestar?
JB – Infelizmente na CUESTÃO das armas nucleares não temos como ajudar. Ainda não dispomos de tal tecnologia, especialmente porque esses comunistas que nos governam há décadas são contra. Mas temos uma arma poderosa que usamos com sucesso e matamos quase 700.000 pessoas sem punição, sem chororô e ainda 1/4 da população aplaude. Foi um verdadeiro genocídio do bem.
VZ – Ah é? Como fizeram isso? Poderia ser útil contra Moscou.
JB – Se chama Pandemia e o maior perito nesta mortandade é um general que nomeei ministro da saúde. Vou lhe enviar o contato do ZAP dele.
VZ – Muito obrigado. Boas eleições.
JB – Que eleições?
VZ – Ué… Vocês não terão eleições em outubro?
JB – Ah é verdade. Se depender dos Cidadãos de bem…